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maio 12, 2011

Joe & Leo's - The Experience

A mais de duas semanas atrás, depois do encontrinho de dolls que teve no Barra Shopping, aquele das fotos do meu ultimo post, acabei indo ao Joe e Leo’s  pra poder ir jantar com o Romulo e minhas duas amigas Flavia e Mariana. A Flavia já havia falado de lá, que o Brownie era muito bom e tal. Fui lá, muito mais por curiosidade mesmo, afinal, conheci vários lugares OTIMOS para se comer, nesses meses em que tenho freqüentado o Barra Shopping mais do que em todo o resto da minha vida; Mais vamos nos ater ao Joe & Leo’s.

Joe & Leo’s é um rede de restaurantes especializado em hambúrgueres. Criada no Rio de Janeiro em 1993, é genuinamente nacional e possui 8 lojas entres Rio de Janeiro, São Paulo, Campinas e Porto Alegre. As lojas têm um estilo muito único e diferente do que se espera de um restaurante especializado em hamburgeres  a questão é entender que o Joe & Leo’s não é um fast-food. A decoração das lojas, segue um estilo que eles chamam de “American Sports Oldies”, inspiradas nas estéticas usadas nas décadas de 30, 40 e 50 nos Estados Unidos; tacos de beisebol, capacetes de futebol americano e raquetes de Tênis fazem parte da decoração. O Ambiente é bem aconchegante, as musicas sempre em uma altura que não atrapalha a conversa e sim, fazendo parte do ambiente. Mais vamos parar de falar e falar, e vamos ao que interessa

Não tínhamos previsto isso, mais exatamente no dia que estávamos lá, era final de algum campeonato de futebol em que jogavam Flamengo e Vasco. Eu não gosto de futebol e estava extremamente incomodado com a quantidade de pessoas que estava lá dentro só por causa do jogo e também pelas que ficaram na parede de vidro do lado de fora tentando assistir ao jogo. Fiquei muito feliz quando o jogo acabou e o restaurante ficou vazio.

  


Eu estava sem fome e não queria pedir algo grande, a Flavia pediu um Hambúrguer Classic, e acabei pedindo uma Porção de Super Mini Hambúrgueres. Aqui começou a nossa “sorte” que posso resumir em apenas 3 passos.

1º - Havíamos trocado de mesa, por que a mesa que estávamos sentados,  era muito pequena para os 4, a garçonete disse que não teríamos problemas. A Garçonete errou a mesa e não trouxe o Hambúrguer Classic da Flah... Acabou que os Super Mini Hambúrgueres chegaram antes, e o Classic só chegou depois... Tivemos um problema horrível com os Super Mini que se estendeu ate o fim da nossa estada ali. Estávamos felizes e contentes, cada um com seu copo de refrigerante e seu mini hambúrguer, quando o Romulo achou um fio de cabelo em um mini hambúrguer. Ficamos naquela de reclamar ou não reclamar. Acabei falando com um dos garçons e logo em seguida a Gerente da loja veio a nossa mesa, pediu perdão e perguntou como eu gostaria de proceder... Por mim, nada seria preciso, não sou do tipo que faz barraco por uma coisa assim, apesar de ser uma coisa nojenta, afinal, acidentes acontecem. Eles trouxeram outros Mini Hambúrgueres e depois de vasculhar um por um, concluímos que não tinham mais fios de cabelos e que poderíamos comer.

2º - Íamos fechar a nossa passagem por ali com chave de ouro pedindo Big Bronwnie fodão que a Flavia tinha falado tanto... E mais uma pequena decepção. Não posso dizer que o Brownie estava ruim, muito pelo contrario, estava delicioso. So que pelo preço que ele é cobrado, eu acho que ele poderia ter vindo muito melhor. O Brownie estava maus duro que deveria ser a calda que deveria estar quente, estava morna.



3º - Pedimos a conta, e adivinha só o que vieram cobrando a mais ?? Por erro deles acabaram cobrando pelo segundo prato de Super Mini Hamburger que trouxeram para nós. Chamei a gerente novamente e tudo foi resolvido... E ainda ganhamos um desconto.

Não vou dizer que o Joe e Leo’s é um lugar ruim e que não indicaria a ninguém. Creio que o dia estava ruim e que nós não demos sorte, so isso. Não sei se eu voltaria lá, prefiro comer em outros lugares, mais quem sabe um dia.

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Gostei: Da decoração, do atendimento, do brownie.
Não gostei: Dos fios de cabelo e do pessoal que entra só pra beber na hora do jogo.
Preço: Alto, é bom ir com amigos e pedir pratos que dê para que todos comam.
Localização: New York City Center – Barra da Tijuca

Considerando prós e contras, achei que valeu a experiência. Recomendo a ida, mas não espere demais. O restaurante cumpre o que propõe – mas não vai além.


julho 26, 2010

O Nome do Vento.

Essa é uma resenha critica, não pretendo medir palavras, podendo soltar um ou outro spoiler.

Confesso que, como sempre, comprei um livro pela capa. Exatamente da forma que foi com "O Labirinto" de Kate Mosse, aconteceu com "O Nome do Vento" de Patrick Rothfuss, creio que foi a palavra "Vento" que fez ficar encantado e comprá-lo. Depois de a "Sombra do Vento", estou fadado e querer ler todos os livros que tenham "vento" no nome.

Mas vamos ao livro.
Tudo começa em uma pequena cidade no interior da Republica, Kote é apenas um taverneiro como outro qualquer, nada de suspeito até que um dos moradores da cidade é atacado na estrada por uma aranha demônio e depois de sobreviver a leva para a Hospedaria Marco do Percurso. A Criatura que aparentemente estava morta ataca os homens na hospedaria mais é logo contida e "morta" por eles. Até aqui, nada que desperte amores e excitação pelo Livro.
Um Escriba é atacado na estrada por bandidos, é ferido e fica perdido. No meio da noite segue a claridade de uma enorme fogueira próxima a estrada e se depara com uma casa em chamas e um homem de cabelos vermelhos, antes de qualquer questionamento mais profundo, varias aranhas demoníacas aparecem e atacam os dois.
No dia seguinte o Escriba acorda no Marco do Percurso e reconhece Kote... Ele é Kvothe, o Sem Sangue, o Matador do Rei... e aqui que realmente começa o livro.
Kvothe começa a contar sua historia ao Escriba, 3 dias é o tempo que ele pediu para conta ela por completo... No primeiro dia, Kvothe conta ao escriba toda sua Infância ao lado dos seus Pais e dos Edena Ruh, uma trupe, na verdade A trupe, os melhores dos melhores. O Encontro com Alberty, o Arcanista e a vontade de conhecer o "nome do vento" é contado em detalhes que prendem qualquer um. O Assassinato de toda trupe é um dos primeiros mais tensos do livro, é nesse trecho onde o Chandriano, o "vilão" aparece... seguimos para a vida de mendicância de Kvothe em Trebon até a chance de ir para Universidade... Seu primeiro amor seu maior inimigo... As descobertas "mágicas", a Gaita de Prata, O Arquivo, O Chifre... O Dracus...


Algumas Capas do livro pelo mundo:

     


Se eu pudesse ficaria a aqui a noite toda e acabaria contando tudo o que se passa na vida de Kvothe. Felizmente teremos mais 2 livros para completar a Trilogia chamada de "A Crônica do Matador do Rei". O Segundo livro, Wise Man's Fears (Sem nome em Português ainda), será lançado nos EUA em Março/2011 e o lançamento no Brasil está prevista para Junho do mesmo ano. Agora é sentar e esperar pela continuação e torcer para que ela seja tão maravilhosa e envolvente quanto o primeiro livro.


Algumas capas previstas para o segundo Livro:

 



Informações adicionais vc podem encontrar:

No meu Skoob, além da resenha acima, tem também alguns comentários que fiz no meu Histórico de Leitura.

junho 05, 2010

Trologia Millennium - Livros

Já faz algum tempo que eu terminei de ler toda a trologia, eu ia fazer uma resenha por livro, mais quando comecei a ler o segundo livro, achei que o ideal seria fazer uma única resenha sobre toda a trilogia. E mesmo assim nem vou falar muito, pois não quero acabar falando algum spoiler.

Os Homens que não amavam as Mulheres
Os homens que não amavam as mulheres é um enigma a portas fechadas - passa-se na circunvizinhança de uma ilha. Em 1966, Harriet Vanger, jovem herdeira de um império industrial, some sem deixar vestígios. No dia de seu desaparecimento, fechara-se o acesso à ilha onde ela e diversos membros de sua extensa família se encontravam. Desde então, a cada ano, Henrik Vanger, o veelho patriarca do clã, recebe uma flor emoldurada - o mesmo presente que Harriet lhe dava, até desaparecer. Ou ser morta. Pois Henrik está convencido de que ela foi assassinada. E que um Vanger a matou.

Quase quarenta anos depois o industrial contrata o jornalista Mikael Blomkvist para conduzir uma investigação particular. Mikael, que acabara de ser condenado por difamação contra o financista Wennerström, preocupa-se com a crise de credibilidade que atinge sua revista, a Millennium. Henrik lhe oferece proteção para a Millennium e provas contra Wennerström, se o jornalista consentir em investigar o assassinato de Harriet. Mikael descobre que suas inquirições não são bem-vindas pela família Vanger. E que muitos querem vê-lo pelas costas. De preferência, morto. Com o auxílio de Lisbeth Salander, que conta com uma mente infatigável para a busca de dados - de preferência, os mais sórdidos -, ele logo percebe que a trilha de segredos e perversidades do clã industrial recua até muito antes do desaparecimento ou morte de Harriet. E segue até muito depois.... até um momento presente, desconfortavelmente presente.

Confesso que no inicio eu quase desisti do livro, so que na minha mente e pensava “ Eu paguei caro por esses livros e todo mundo diz que é bom... talvez o melhor do livro esteja mais frente” e Graças a esse pensamento eu hoje sou um doa muito que “babam-ovo” de Lisbeth Salander. Nesse primeiro livro, toda a historia, toda trama te convida a uma fantástica historia de família que no fundo não é como todos acham que é. Como o próprio Henrik Vanger fala “Cobra querendo comer Cobra”, e quando todos acham que o fim do livro estava chegando, ai que Lisbeth coloca suas garras pra fora  mostra o que realmente sabe fazer.

A Menina que Brincava com Fogo
Lisbeth Salander é acusada de triplo assassinato, e a polícia está em seu encalço. A jovem hacker é esquiva, egoísta e pode ser muito violenta quando provocada. Mikael Blomkvist, editor-chefe da revista Millennium, sabe muito bem disso. Mas, ao contrário do restante da imprensa, que não se acanha em crucificá-la, ele acredita na inicência da moça. Para ele, os homicídios relacionam-se a uma série de reportagens que a Millennium pretendia publicar sobre o tráfico de mulheres provenientes do Leste Europeu. Um esquema de corrupção cujos tentáculos alcançam promotores, juízes, policiais e jornalistas. Lisbeth livrou Mikael da morte dois anos antes. Agora ele tem como retribuir.

A Rainha do Castelo de Ar
Neste terceiro e último volume da série, grande parte dos segredos é desvendada, e Lisbeth Salander agora conta com excelentes aliados. O principal é Mikael Blomkvist, jornalista investigativo que já desbaratou esquemas fraudulentos e solucionou crimes escabrosos. No mesmo front estão ainda Annika Giannini, irmã de Mikael, advogada especializada em defender mulheres vítimas de violência, e o inspetor Jan Bublanski, que segue sua própria linha investigativa, na contramão da promotoria. A Rainha do Castelo de Ar enfoca de modo original as mazelas da sociedade atual - da ciranda financeira ao tráfico de mulheres -, conquistando um lugar único na literatura policial contemporânea. 


Quando terminei de ler o terceiro livro, tive certeza que o mundo perdeu um grande escritor com morte de Larsson.  A Trilogia te leva a uma Suécia totalmente oculta e estranha, ate mesmo para aqueles que a conhecem. A trama usando no primeiro livro nada mais é do que uma apresentação dos personagens, pois toda a trama principal começa a se desenrolar mesmo no segundo livro. Conhecer a vida de Lisbeth Salander é como entrar num mindo totalmente novo, foi a primeira vez que realmente gostei de um personagem principal, sim, ela era a personagem principal de toda trilogia, mesmo aparecendo como uma coadjuvante no primeiro livro. Uma personagens de poucas palavras mais com uma profundidade que dá medo. Falar de Mikael Blomkvist é impossível, gostaria eu que todos os jornalistas do mundo fossem como ele !

Já é a terceira vez que reescrevo esse trecho, sempre acabo escrevendo algum spoiler. Por isso fico por aqui com essa critica fraquinha sobre o livro.

janeiro 24, 2010

Deixados para Trás


A série de livros Left Behind (Deixados Para Trás) de Tim LaHaye e Jerry B. Jenkins, é uma obra ficcional, de temática cristã, que narra os últimos dias na Terra após o arrebatamento da igreja de Cristo, baseadas nos eventos descritos no livro de Apocalipse de João na Biblia Sagrada. A série de livros vendeu mais de 70 milhões de exemplares e foi publicada em mais de 34 idiomas. Três filmes também foram produzidos sobre a série. Sucesso de vendas, a série é também alvo de pesadas críticas, tanto da parte de cristãos quanto de céticos. A história reúne ficção cristã, ação e suspense com lances de alta tecnologia no thriller. O tema principal é o final dos tempos.
Fonte: Wikipédia - Left Behind

Confesso que quando comprei essa coleção, sinceraente eu não sabia muito bem do que se tratava direito, sabia que era sobre o fim do mundo Apocaptico descrito na Biblia, mais sinceramente não achei que seria da forma que o livro tem me mostrado. Estou terminando de ler o Terceiro Livro "O AntiCristo Chega ao Poder - Nicolae" e estou completamente entregue. Tentarei fazer uma critica de cada um deles. Por agora, uma Resenha critica dos TRês primeiros.



Deixados para trás

Em um instante cataclísmico, milhões de pessoas de todas as partes do mundo desapareceram. Simplesmente sumiram, deixando para trás tudo o que era material: roupas, óculos, lentes de contato, cabelos postiços, aparelhos de surdez, próteses, jóias, sapatos e até mesmo marca passos e pinos cirúrgicos. Milhões de pessoas sumiram. Mas outros milhões ficaram - adultos, porém não crianças, e apenas alguns adolescentes. Todos os bebês, inclusive os que estavam para nascer, desapareceram — alguns durante o parto. Instalou-se o caos no mundo inteiro. Aviões, trens, ônibus e carros colidiram, navios afundaram, casas incendiaram, sobreviventes acometidos de angústia suicidaram-se. Um congestionamento de transportes e linhas de comunicação, somado ao desaparecimento de inúmeros funcionários, deixou a maioria das pessoas lutando sozinhas para sobreviverem até que a situação começasse a se normalizar.

Choque. Medo. Foi exatamente o que senti ao ler esse primeiro volume. Demorei um pouco para concluir a leitura do livro, simplesmente pelo fato de estar abrindo a mente para aceitar as coisas que ele falava. Digo isso pois não fui educado dentro de uma igreja e muita coisa ali era nova, mesmo sabendo que se tratava de uma ficção, é necessario ter a mente aberta para aceitar algumas coisas. Espero que todos que um dia venham a ler essa coleção tenham a mente bem aberta para o que leram. O primeiro livro mostra inicialmente o impacto que o Arrebatento causaria no mundo e tudo o que se desenrolaria depois dele. É dificil não se emocionar com alguns relatos contatos no Livro.

Comando Tribulação


Continua o drama dos que foram deixados para trás. Rayford Steele, Buck Williams, Bruce Barnes, e Chole Steele ajuntam-se e formam o Comando Tribulação. Sua tarefa é clara, e seu objetivo é tomar posição e enfrentar os inimigos de Deus durante os sete anos mais caóticos da história do planeta. Os desaparecimentos em massa ocorreram há quase dois anos. Rayford, Chloe e Buck, e o jovem pastor Bruce Barnes tornaram-se crentes em Cristo e formaram o grupo “Comando Tribulação”.

É formado o Comando Tribulação, equipe que lutara contra o anticristo a todo custo, e o o livro te leva e te mostra na pele como eles pensam e como são. De uma forma totalmente diferente que eu imaginava, é mostrada a ascenção do AntiCristo ao poder, se vc imaginou poderes cosmicos quase infinitos, esqueça. Dinheiro e politica é tudo o que ele precisa pra chegar ao poder e fazer com que todos façam exatamente o que ele quer. Assim é o Anti-cristo, assim é Nicolae !



O AntiCristo chega ao Poder - Nicolae


Aproxima-se o fim do segundo dos sete anos da Tribulação, quando a profecia indica que a "ira do Cordeiro" será derramada sobre a terra. E será que aqueles que não estiverem preparados serão lançados no lago de fogo ardente, enquanto os justos desfrutam das maravilhas que assim foram preparadas para os tais. Um grande terremoto de proporções intercontinentais surpreende a todos, abrindo crateras na terra e engolindo edificações, veículos e até aviões. Até o Comando Tribulação é atingido com a baixa de alguns de seus integrantes.

O Anti cristo está no poder. Dois dos 7 anos já se passaram e a cada dia, o Juizo final está mais proximo. A terceira Guerra Mundião explode e ninguem mais pode dete-lo. Ele chora demostrando piedade e medo, mais pelas costas ele é quem mais provoca a gerra e o conflito. 1/4 da população mundião morreu, os 144mil judeus convertidos se espelham pelo mundo tentando nos dar orientações, o pai espiritual do Comando vai ao encontro do Pai celestial e nos deixa. O conflito dos personagens é evidente. Rayford é o capitão do Global 216 e ao mesmo tempo espião do Comando Tribulçao, Buck é jornalista e usa os recursos oferecidos pelo Anticristo a favor do Comando, mais... será que isso é certo ? Uma coisa que achei que NUNCA iria ver nesse livro era uma Homossexual, mais eu a vi. Sua passagem é mercante na historia mais não creio que a sua sexualidade seja levada adiante.

São Livros para se ler de mente aberta. Como todos os outros livros, sempre tem aquela parte de "enche linguiça", mais ela é logo substituida por parte agitidas e de pura emoção.


Edit: Lá encima eu disse que tinha acabado de ler o terceiro livro, só que eu escrevi essas resenhas a algum tempo atrás. Eu já estou começando a ler o Nono livro ! Assim que der postarei as resenhas dos próximos livros.

janeiro 22, 2010

Antique Bakery


O Filme coreano Antique bakery, é baseado no manga de Fumi Yoshinaga, que também tem uma versão em drama japonês chamada Antique Cake Store. Os protagonistas são Joo Ji Hoon, Yoo Ah In, Kim Jae Wook e Choi Ji Ho. O filme, dirigido por Min Gyu Dong, conta a história de 4 homens que trabalham juntos em uma Confeitaria: Joo Ji Hoon é o dono, um perfeito “vendedor” que convence as clientes graças a sua forma de falar; Kim Jae Wook é um gênio das tortas e que sente uma grande atração pelo seu chefe; Yoo Ah In é um ex-boxeador que se transforma em ajudante por amar doces; e finalmente Choi Ji Ho que é um quebra galho da pastelaria. Tudo muda com a aparição de Kim Min Seon,a ex-noiva do chefe. Será una historia de amor e amizade entre o 4 homens que tanto se esforçam para fazer da Confeitaria um grande sucesso.




Acho que todos sabem que eu adoro filmes orientais e tb filmes com tematica GLBT. POsso dizer que esse filme juntou tudo isso sem ser abusivo ou constrangedor para aqueles que não são fãs do genero. São duas horas de filme que te fazem rir e se emocionar em momentos distintos. Mesmo aqueles que não são fãs so genero podem assitir sem medo e eu digo que gostaram do filme concerteza. Como ja dito, o filme é baseado em um Mangá de mesmo nome e tb em um anime, ainda não tive a oportunidade de assisti-los, mais assim que assistir falarei minha opnião aqui.


Se vc quizer baixar o filme, basta entrar no site Filmes tema G - Antique Bakery, e lá vc conseguirá baixar não somente o Filme, como tambem o anime e o mangá. Vale contar que a trilha sonora é divina.

janeiro 20, 2010

Memórias de uma Gueixa

O Livro..



Sinopse
É um romance fascinante, para ser lido de várias maneiras: como um mergulho na tradicional cultura japonesa, ou um romance sobre a sexualidade, e ainda, como uma descrição minuciosa da alma de uma mulher já apresentada por um homem. Seu relato tem início numa vila pobre de pescadores, em 1929, onde a menina de nove anos é tirada de casa e vendida como escrava. Pouco a pouco, vamos acompanhar sua transformação pelas artes da dança e da música, do vestuário e da maquilagem; e a educação para detalhes como a maneira de servir saquê revelando apenas um ponto do lado interno do pulso - armas e mais armas para as batalhas pela atenção dos homens. Mas a Segunda Guerra Mundial força o fechamento das casas de gueixas e Sayuri vê-se forçada a se reinventar em outros termos, em outras paisagens.



Memórias de uma gueixa é uma criação quase autobiográfica de uma das gueixas mais famosas do Japão. Arthur Golden, escritor do livro, exerceu um belíssmo trabalho, descrevendo minuciosamente a vida de Nitta Sayuri (no livro seu nome fictício), abordando as tradições de um povo não liberal e seus costumes da época, pré e pós 2ª guerra mundial. Este livro é certamente diferente de qualquer outro tipo de leitura que eu tenha lido. Não só por causa do enredo ou tema, mas também devido à forma como é escrita. Arthur Golden, descreve a história aos olhos de uma menina, que como uma simples filha de pescador se transforma em uma das maiores gueixas do Japão. Acredito que o ponto forte do livro, seja simplesmente os detalhes e a sua riqueza de emoções. O autor realmente consegue esboçar no livro imagens claras de todas as suas palavras e nunca deixando de demonstrar o seu verdadeiro sentido... Solidão, amor, esperança, aventuras e todas as dificuldades são ilustradas aos nossos olhos, numa linguagem lírica, mas ao mesmo tempo até mesmo intrigante. Não posso deixar de citar a luta de Sayuri em precisar esquecer, mas sem êxito, o seu maior desejo do coração: o "presidente". Em suma, Memórias de uma Gueixa é um belo livro. Com uma vasta gama de informações não só sobre a cultura japonesa, mas principalmente sobre as aventuras e a dramática vida das gueixas japonesas. 

Pelo incrivel que pareça, eu ainda não tive a oportunidade de ler esse livro. A quantidade de livros que consegui comprar no ano passado superou minhas expectativas e ainda não consegui chegar nele. So que cada vez mais eu sinto uma vontade louca de parar de ler o que estou lendo atualmente pra ler sobre essa Gueixa especial.


O Filme 
O filme começa nos anos que antecedem à Segunda Guerra Mundial, quando uma criança japonesa chamada Chiyo é vendida pelo seu pai, pescador de uma vila de pescadores, para uma casa de gueixas. Ela ficaria destinada durante os primeiros anos às tarefas domésticas, conforme ditava a tradição. Cresce na dúvida e na esperança de encontrar a família, sem compreender o sentido da vida que agora levava, até que, por obra do destino, conhece acidentalmente um dos homens mais poderosos do Japão, por quem se apaixona imediatamente e, para lhe conseguir chegar, reconsidera o rumo da sua vida para se tornar uma gueixa de sucesso. Chiyo, que passaria a ser conhecida por Sayuri — o seu nome de gueixa — recebe a sua formação de uma das mais conceituadas gueixas do Japão, Mameha, rival de uma outra que vive na sua casa (okyia) e que, desde a sua chegada, lhe tem dificultado a vida.














Prêmios e Indicações
  • Oscar 2006 (EUA) Venceu nas categorias de melhor direção de arte, melhor figurino, melhor fotografia e foi indicado nas categorias de melhor trilha sonora, melhor som, melhor edição de som
  • BAFTA 2006 (Reino Unido) Venceu nas categorias de melhor figurino, melhor fotografia e melhor trilha sonora. Indicado nas categorias de melhor atriz (Zhang Ziyi), melhor desenho de produção e melhor maquiagem.
  • Globo de Ouro 2006 (EUA)Venceu na categoria de melhor trilha sonora.Indicado na categoria de melhor atriz - drama (Zhang Ziyi).
  • MTV Movie Awards (EUA) Indicada na categoria de melhor performance sexy
Trailer








janeiro 11, 2010

A Rainha



No intervalo de uma semana, entre o final de agosto e o começo de setembro de 1997, um mundo de mudanças se abateu sobre a realeza da Inglaterra. O que era secular se modernizou, o que era dogmático se flexibilizou e o que era particular se tornou público. Depois daquela semana, em que morreu a ex-princesa Diana e Tony Blair elegeu-se Primeiro-Ministro, a Rainha Elizabeth II nunca mais foi a mesma.
O formidável A Rainha (The Queen, 2006), de Stephen Frears, filme muito justamente indicado a seis Oscars (incluindo melhor filme, roteiro original e direção), repassa a semana dia a dia. Começa com a eleição de Blair, representante do Partido Trabalhista, reerguido ao poder - depois de 18 anos de hegemonia do Partido Conservador - com um discurso de reciclagem das relações de trabalho, incentivando o livre mercado sem deixar de lado a assistência social. É a famosa Terceira Via que fez de Blair um superstar do neoliberalismo durante a segunda metade da década.
Não foi, porém, a agenda ideológica que impulsionou a popularidade de Blair nos seus primeiros dias de governo. No mesmo dia da posse, Diana Spencer, acompanhada do namorado Dodi Al-Fayed, morre em um acidente de carro em Paris. Torpor generalizado no Palácio de Buckingham. Fica acordado que a família Spencer de Gales fará um funeral familiar. Blair telefona para a Rainha. Esta responde que não fará pronunciamentos oficiais - não cabe à instituição da realeza comentar a morte de uma pessoa que não faz mais parte da família real, argumenta. Blair decide então falar às câmeras em nome do Parlamento. É no emocionado discurso, escrito por um assessor, que surge pela primeira vez a expressão Princesa do Povo.
Não estranhe se Tony Blair, nas rápidas atitudes midiáticas tomadas para aliviar a perda dos ingleses, despontar como protagonista do filme. É a partir de suas reações que Frears delineia a personalidade da Rainha. O populismo de Blair contrasta com a reserva de Elizabeth II, que considera o luto, acima de tudo, um assunto íntimo. O apego da rainha à instituição que ela representa - "nunca hasteamos a bandeira real a meio mastro e não será agora" - é a antítese da retórica televisionada que arquiteta a equipe do Primeiro-Ministro.
É de valores que Frears fala, no fundo. E o ator Michael Sheen, que já havia interpretado Blair em outra produção de Frears, o telefilme The Deal, se sai muito bem compondo um personagem moralmente complexo. Vista publicamente desde 1997 como uma rancorosa opositora à imagem santa de Diana, Elizabeth II ganha no filme - e na figura estupenda da atriz Helen Mirren, indicada ao Oscar - um pouco de justiça histórica. Seu entendimento do que são os deveres e os limites de um soberano, sua visão de mundo no que se refere a privacidade e símbolos públicos, são bem mostrados em A Rainha.
Do lado de fora, parece mesmo que a família real só gasta o dinheiros dos contribuintes ingleses. Do lado de dentro - como o diretor de fotografia brasileiro Affonso Beato nos mostra sem sensacionalismo, com o maior dos respeitos, circulando ao redor da rainha sem ofendê-la com dramatizações de câmera - fica mais fácil entender como é complicado ser a representação física, humana, diplomática, de um país inteiro.
Fonte: Omelete - A Rainha





Acrescentando uma opinião pessoal a matéria do Omelete.com, não sei como foi pra cada um a Morte da Princisa Daiana a 12 anos atrás, mais pra mim, apesar de ter apenas 12 anos, foi muito marcante. Lembro de ter passado o dia da morte dela chorando e na epoca eu nem mesmo sabia quem ela era. Fiquei muito emocionado assistindo o filme e todo aquele sentimento de perda voltou. Não consigo explicar como ou por que, sei apenas que esse filme entra pra lista dos melhores filmes da minha vida. Não apenas por me fazer voltar no tempo, mais por nos mostrar os detalhes ocultos na morte dessa mulher que foi um simbolo mundial e que com sua morte fez o mundo inteiro chora

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Junior, maior de 18, gay, namorando sério e é isso ai. Fotografo medíocre por hobby, por enquanto. Viciado em Paper Craft, livros, filmes, FOTOGRAFIA, musica, café, chocolate, sorvete, vodcka, shopping, áreas verdes, séries, Glee, animes, mangá, Rock, namorado, shopping, barzinho, amigos, Sushi, coreano, Girl’s Generation, 2NE1, RPG, NerdCast, Nerds, Historia, Discovery Channel e mais uma infinidade de coisas . Apaixonado por doll, Pullips em especial , tenho OITO (Mel, Ivan, Liz, Alethea, Kakía, Feny, Kouneli e uma Haute NY ainda sem nome !) até o agora, mais duas vindo (Humpty Dumpty e Matulite) e quero muito mais

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